terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Rui Maia


Rui Maia ex-teclista dos X-Wife.
A solo, como produtor, Maia não vai tanto a esses campos
rock/ punk . Pega nos ensinamentos de Giorgio Moroder (que homenageia em “Moroder, I Believe in You”) e faz paisagens geralmente instrumentais de disco- -sound a partir de sintetizadores. Convida amigos para cantar e, num dos casos, com um vocalista americano, em “Business of Pleasure”, dá, sem guitarras, dez a zero à sua própria banda com uma poderosa linha de baixo muito punk-funk. Não deixa de ser genérico, mas era uma vez um EP chamado Mirror People que era bastante simpático.

videoRefs.:M.S.,B.M.,B.M.P.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bernardo Moreira


Bernardo Moreira nasceu em Lisboa em 1965. Começou a tocar contrabaixo com 16 anos. Frequentou a Academia de Amadores de Música onde iniciou o estudo de Contrabaixo clássico com Fernando Flores. Na área do Jazz estudou com Niels Pederson, Rufus Reid e Reggie Workman.

Desde 1988 tem tocado em festivais internacionais de Jazz e em clubes com músicos como Eddie Henderson, Norman Simmons, Al Grey, John Stubblefield, Carl Burnett, Frank Lacy e Jimmy Ponder. Em 1991 tocou no Festival de Jazz Internacional de Lisboa com Daniel Humair e o trombonista Yves Robert. Tocou em Madrid com Valery Ponomarev.

Com o seu grupo Moreiras Jazztet tocou em Espanha, França, Angola, Moçambique, Açores e Madeira assim como por todo o País. Em 1992 realizou uma digressão na Bélgica e no Luxemburgo com o pianista Mário Laginha e outra em Inglaterra com os músicos ingleses Julian e Steve Arguelles. Participou numa homenagem a Art Blakey com Benny Golson, Curtis Fuller e Eddie Henderson. Em 1993 tocou em Cabo Verde com Mário Laginha e realizou uma digressão nos E.U.A. com o seu grupo Moreiras Jazztet, participando no Festival de Jazz Internacional de Durham na Carolina do Norte. No Verão desse ano, trabalhou com a cantora inglesa Norma Winstone e acompanhou o trombonista Conrad Herwig no Festival Internacional de Guimarães. Realizou ainda uma série de concertos com Freddie Hubbard com quem gravou ainda um CD do grupo Moreiras Jazztet. Já em 1994 acompanhou em Madrid o trompetista Art Farmer e tocou ainda no clube londrino Vortex. Em 1995 participou numa série de concertos com a cantora Maria Pia de Vito, em Espanha e Itália, e ainda com o saxofonista Ricky Ford, em Espanha.

É professor da classe de contrabaixo na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Entre 1996 e 1997 participa no Festival de Jazz de Serralves, com o Quarteto de Enrico Rava; no Festival de Jazz da Gulbenkian, com a Big Band do Hot Club e a cantora Maria João e no Jazz Num Dia de Verão, com o Moreiras Quinteto. Efectuou vários concertos no País com Rich Perry, Jimmy Owens, Bruce Barth e Phil Markowitz. Os anos de 1998 e 1999 são particularmente movimentados com concertos na Dinamarca, Espanha, Itália, Bulgária, Angola, Alemanha, Costa do Marfim e Açores tocando com Moreiras Quinteto, Phil Markowitz, Ana Paula Oliveira e Bruce Barth. Na Culturgest, participou na homenagem a George Gershwin com Moreiras Septeto interpretando Porgy and Bess. No Festival de Jazz de Guimarães integrou a All Star Big Band dirigida por Michael Gibbs com músicos como Perico Sambeat, Mário Laginha, João Moreira, Nguyen Lê, Martin France e Julian Arguelles. No Jazz em Agosto de 99 na Acarte, com a Big Band do Hot Club participou numa homenagem a Duke Ellington ao lado do convidado Mark Turner. Realizou tournées com Benny Golson e Big Band do Hot Club Portugal, para além de ter apresentado o seu novo projecto musical «Homenagem a Carlos Paredes» no Festival de Jazz de Coimbra em Novembro do ano 2000. Ainda nesse ano participou na apresentação da suíte Viagens integrando o septeto de Pedro Moreira no Festival de Jazz de Guimarães e na Culturgest em Lisboa.

Em pleno séc. XXI, Bernardo Moreira tem-se afirmado cada vez mais como uma das forças maiores do jazz português, quer como líder (Sexteto Bernardo Moreira), como co-líder (o seu recente projecto com Paula Oliveira), ou como sideman, tendo-se apresentado ao vivo e/ou gravado, entre outros, com André Fernandes, Nuno Ferreira, Mário Laginha, Filipe Melo, Bruno Santos, Joana Machado, Pedro Moreira, Wayne Shorter (com Mário Laginha, Mário Barreiros e José Salgueiro e Orquestra Clássica do Porto dirigida por Robert Sadin), Kenny Wheeler (em big band, bem como em pequena formação com Julian Arguelles, Norma Winstone e Martin France), Bob Mintzer Big Band, Paulo Gomes e Fátima Serro.

Na sua discografia contam-se: Moreiras Jazztet com Freddie Hubbard, Luandando (Groove Jazz) - Eddie Henderso, Encontro em Lisboa (Groove Jazz), Bernardo Moreira Trio com Steve Slagle, Tudo Muda (Groove Jazz); Maria Viana, Just Friends (Timeless Records); Big Band Hot Club Portugal, Com Benny Golson, Curtis Fuller e Eddie Henderson (Polygram); Conrad Herwing + Trio de Bernardo Sassetti, Ao vivo no Festival de Jazz de Guimarães (Groove Jazz); Nanã Sousa Dias, Tom Maior (Groove Jazz); Quarteto de Mário Laginha, Hoje (Farol); Trio de Carlo Morena com Rick Margitza, The Next Music (Groove Jazz); Paulo Gomes e Fátima Serro, Conferência dos Sons (Up Beat); Bernardo Moreira Sexteto, Ao Paredes Confesso (Universal); André Fernandes, O Osso (TOAP); André Fernandes, Howler (TOAP); Joana Rios, Canta Ella Fitzgerald ao vivo no Hot Clube (TOAP); Filipe Melo Trio, Debut (Clean Feed); Paula Oliveira & Bernardo Moreira, Lisboa Que Adormece (Universal); Nuno Ferreira, À Espera do Verão (TOAP); -Marta Hugon, Tender Trap (Som Livre); Joana Machado, CRUde (TOAP).

videoRefs.:Y.B.M.,E.L.

Sexteto Mário Barreiros


O Sexteto Mário Barreiros edita, a 5 de Fevereiro de 2007, o álbum de estreia, DEDADAS. Resultado de cinco anos de encontros informais entre amigos e músicos profissionais, o primeiro registo deste sexteto de Jazz marca uma nova fase no percurso de Mário Barreiros (bateria), Mário Santos (saxofone tenor e clarinete baixo), José Luís Rego (saxofones soprano e alto e clarinete), José Pedro Coelho (saxofone soprano e tenor), Pedro Guedes (piano) e Pedro Barreiros (contrabaixo).

Desde a sua formação, em 1994, com alguns dos músicos da Escola de Jazz do Porto, o Sexteto Mário Barreiros tem vindo a afirmar-se na cena Jazz nacional marcando presença em festivais do género. Dada a actividade profissional de Mário Barreiros, conceituado produtor e o mais requisitado a nível nacional, o primeiro registo do projecto só agora viu a luz do dia. Dividido entre o trabalho no estúdio e os muitos convites para acompanhar os mais diversos projectos, o baterista resolveu, em 2006, dedicar mais atenção ao sexteto com o intuito de editar um álbum.

DEDADAS é composto por sete temas originais da autoria de Mário Barreiros, Pedro Guedes e Mário Santos. Poincianas, Juvenal, FJP#2, Semelhança, ¾ (Três Quartos), Dedadas e Libertação Interior são as composições que preenchem DEDADAS e que o Sexteto Mário Barreiros pretende apresentar ao vivo por todo o Pais. O concerto de apresentação deste registo está marcado para dia 6 de Fevereiro de 2007 na Casa da Música, no Porto.

SEXTETO DE MÁRIO BARREIROS:
Mário Santos - sax tenor e clarinete baixo
José Pedro Coelho - sax tenor e soprano
José Luís Rego - sax alto soprano e clarinete
Pedro Guedes - piano
Pedro Barreiros - contrabaixo
Mário Barreiros - bateria


videoRefs.,B.M.,Y.,CDGO

Adelaide Ferreira


Recebeu a sua formação em teatro através do CENDREV - Centro Dramático de Évora (1976) ingressando, de seguida, no Grupo 4 do Teatro Aberto, onde trabalha sob a direcção de João Lourenço contracenando com Lia Gama, Rui Mendes, Henriqueta Maia, Irene Cruz, entre outros. Aí participa em espectáculos como Os Macacões e O Caso da Mãozinha Misteriosa, de Ary dos Santos; O Chá dos Generais, de Boris Vian; Crónica Atribulada do Esperançoso Fagundes, de Luís de Sttau Monteiro; Corpo Delito na Sala de Espelhos, de José Cardoso Pires; Andorra, de Marx Fritch de que foi protagonista em 1980.

Grava os singles "Meu Amor (Vamos Conversar os Dois") e "Espero Por Ti" que tiveram a participação de Paulo de Carvalho.

Entretanto trabalha no cinema participando no filme (Kilas o Mau da Fita) de José Fonseca e Costa.

Em 1981 edita o single Baby Suicida que se torna um grande sucesso.

Edita novo single com os temas "Bichos" e "Trânsito".

Edita em 1983 o máxi-single "Não Não Não".

No Festival RTP da canção de 1984 vence o prémio de interpretação com o tema "Quero-Te, Choro-Te, Odeio-Te, Adoro-Te". É convidada para o Festival da OTI, realizado no México, onde fica em 2º lugar com o tema "Vem No Meu Sonho".

Em 1985 vence o Festival RTP da Canção com o tema Penso Em Ti (Eu Sei) (uma balada), representando Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde terminou num decepcionante 18º lugar (penúltimo, à frente apenas da canção da Bélgica, interpretada por Linda Lepomme) e 9 pontos. . Nesse ano estreia-se em televisão na série Duarte & Cia., de Rogério Ceitil (RTP1).

Em 1986 edita o álbum "Entre Um Coco e Um Adeus".

"Amantes Imortais" é o disco de 1989 onde aparece a balada "Dava Tudo".

Em 1995 regressa aos discos com o álbum "O Realizador Está Louco" editado pela Vidisco.

Em 1998, a BMG lança o álbum "Só Baladas" com algumas das baladas antigas mais bonitas e seis inéditas. O primeiro single é uma nova versão de "Papel Principal" com a participação de Dulce Pontes.

Em 2000 é editado o álbum "Sentidos".

Em 2006, Adelaide Ferreira, regressou à música pela mão do produtor Luís Jardim, que com ela assinou Mais Forte que a Paixão , disco gravado entre Lisboa e Londres.

Em 2008, lança o álbum "O Melhor de Adelaide Ferreira", onde junta todos os seus melhores êxitos.



videoRefs.:Y.,B.M.,E.L.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Telectu


O projecto Telectu foi formado, em 1982, por Jorge Lima Barreto e Vítor Rua, para a II Bienal de Arte de Cerveira. Actuaram no Festival de Vilar de Mouros, com a participação de Toli César Machado (colega de Rua nos GNR) e do vocalista Dr. Puto. O grupo actuou ainda na Festa do Avante! na qual passaram a ser presença assídua.

O seu primeiro álbum, "Ctu Telectu", com edição da Valentim de Carvalho, foi editado em Novembro de 1982. Vítor Rua sai dos GNR e Toli abandona os Telectu.

Em 1983 actuaram na Galeria Quadrum. Editaram também o álbum "Belzebu".

"Off Off", com produção de Tozé Ferreira, é editado em 1984. Actuam em Paris no Centro Georges Pompidou e no Forum des Halles. Participam também na IV Bienal de Cerveira, onde fazem um concerto de homenagem a La Monte Young onde interpretam as "Compositions 1960" do autor.

No início de 1985 é editado "Performance - Eno to La Monte" (gravado na Bienal de Cerveira) e a Caixa-Som-LP "Fundação", uma edição limitada da Gulbenkian. São também editados os discos "Telefone - Life Moscow" e "Rosa-Cruz - Live Gulbenkian".

Após Moscovo, o projecto abriu-se a performances multimédia inspiradas de Beuys, Paik e Vostell. Desde 1985 que desenvolveram, com António Palolo, o projecto "Video Garden" (vídeo, luminotecnia, plantas) para os mais importantes concertos.

Gravam "Halley", um LP dividido em duas faces a solo (sintetizador e guitarra electrónica). Trata-se de um álbum de luxo com texto e serigrafia de António Palolo.

O disco "Data" é editado em 1987. Em 1987 participaram na III Bienal de Barcelona, actuaram em San Jose, na Califórnia, e no I Encontro de Música Improvisada, realizado na Gulbenkian.

Em Agosto de 1988 é editado pela Ama Romanta o duplo-álbum "Camerata Elettronica", produzido por Luís Carlos. Ainda em 1988 participaram na Bienal de Barcelona.

O álbum "Ben Jonhson", editado em 1989, inclui trabalhos de 1985, 1988 e 1989. Em 1989 actuam em Massachussets, no New York Knitting factory, na Universidade de Washington, no Festival de Jazz de Macau e no I Encontro da Nova Música Portuguesa (Gulbenkian).

Em Janeiro de 1990, os Telectu e Nuno Rebelo juntaram-se no Rock Rendez Vous num dos últimos espectáculos desse espaço. É editado o álbum "Live at Knitting Factory, N.Y." (edição da Mundo da Canção) e a editora Tragic Figures lança "Digital Buiça" (edição limitada de 500 exemplares) que incluí as peças "Hotel Lisboa" e "Laribau". A capa é um poema visual de E.M. de Melo e Castro. O grupo actua com Elliott Sharp no Centro de Arte Moderna (Lisboa) e com Saheb Sarbib no I Festival de Jazz de Lisboa.

A segunda edição da Mundo da Canção foi o álbum "Encounters II/Labirintho 7.8". "Encounters II" foi gravado nos Estados Unidos, em Setembro de 1989, com a participação de Jean Sarbib. A segunda parte foi gravada no Porto, entre Fevereiro e Julho de 1990.

Em 1991, os Telectu participaram nas 1ªs Jornadas Nova Música, que decorreram em Coimbra. Aproveitando uma pausa dos Telectu, Vítor Rua lançou o disco "Vydia" (Potlatch, 1991) e o disco "Mimi Tão Pequena e Tão Suja" dos Pós GNR. "Mimesis" é reeditado em CD pela Potlatch. O disco incluí "Mimesis I" (música ambiental), "Mimesis II" (Sound-Tracks) e "Mimesis III" (minimal).

Em 1992 comemoraram o 10º aniversário dos Telectu com um espectáculo na Bienal de Cerveira. Nesse ano a editora Área Total lançou o disco "Evil Metal" que foi considerado um dos melhores desse ano para o jornal "Público". Actuaram na China (Universidade de Beijing), Hong Kong (Jazz Clube) e Macau (Univ. Oriente).

Gravam o disco "Biombos" nos estúdios da Rádio Pequim/CCTV. O disco inclui também faixas gravadas ao vivo na Casa Garden de Macau e no Hong Kong Jazz Club. "Biombos" foi o primeiro CD de músicos ocidentais gravado, editado e distribuído na China. António Duarte foi o produtor executivo junto da editora estatal chinesa China Recording Corporation.

Em 1993, a AnAnAnA reeditou em CD os álbuns "Belzebu" e "Off Off", numa edição limitada a 500 exemplares, com apresentação de luxo em capa de cortiça. É lançado também "Theremin Tao", compilação de originais do grupo.

"Biombos" foi lançado em 1994. Em Setembro de 1994 actuaram no Johnny Guitar onde contaram com a colaboração de Bernardo Devlin (voz), Sei Miguel (trompete), António Duarte (sequenciadores e programações hip-hop) e o performer Rui Barbosa.

Em 1995 é editado, através da Fábrica de Sons (Movieplay), um CD com gravações ao vivo dos Telectu com Chris Cutler e Jac Berrocal.

Actuaram com Daniel Kientzy nas Festas de Lisboa 96. "À Lagárdère", com a participação do trompetista francês Jac Berrocal, é lançado no início de 1997.

Em 1998 actuaram em seis festivais de música contemporânea, em Granada, em Havana, em Bucareste, em Barcelona, em Pequim e em Perpignan.

No início de 1999 é editado pela AnAnAnA o álbum "Jazz Off Multimedia", gravado ao vivo no Guimarães Jazz de 95 e que contou com a participação de Louis Sclavis e Jac Berrocal. Ainda em 1999 participaram no Festival de Novas Músicas da Guarda e apresentaram "Drulovic Remix" no Instituto Franco Português.

O CD duplo "Elektrobissau", com criações autónomas para guitarra e sintetizador, é gravado em 1999 para a Strauss mas o lançamento é adiado. Em 1999, a Strauss editou o disco "Mimesis (minimal Works)" (lançado originalmente pela Transmédia).

O disco "Solos" é editado em 2000. O disco engloba as obras "Piano Dissonata" de Jorge Lima Barreto e "Gnoseofonia" de Victor Rua. Os Telectu foram também os autores da partitura para a peça "Cymbelino", de Shaskepeare, que esteve em cena na Cornucópia até Julho de 2000.

Em Outubro de 2001, os Telectu celebraram o seu 20º aniversário com duas noites de concerto no auditório de Serralves, no Porto. Os dois músicos (Jorge Lima Barreto e Vítor Rua), actuaram a solo, no dia 20 de Outubro, na primeira parte do concerto de Eddie Prévost, e no dia seguinte actuaram os Telectu e o trio de Eddie Prévost. Em Novembro participaram, em Londres, no festival Atlantic Waves 2001. Em 2001 realizou-se também a instalação Video Garden XVI.

Em 2002 participam no Festival Ó da Guarda e actuaram no Museu Vostell de Malpartida.

O CD "Quartetos" dos Telectu inclui gravações no "Matosinhos em Jazz", em 2001, com Sunny Murray na bateria e Tom Chant (da Cinematic Orchestra) em soprano; com Tom Chant na edição de 2001 do Festival Atlantic Waves; e com os bateristas Eddie Prévost e Gerry Hemingway no Fonoteca Files.

Em 18 e 19 de Setembro de 2003 apresentaram em Viseu, no Teatro Viriato, o espectáculo "Video Garden" de homenagem ao artista plástico António Palolo.

Em Novembro de 2003 é editado o álbum "Neo Neon" de Jorge Lima Barreto. «Os sons mágicos que brotam dos dedos de Barreto funcionam um pouco como uma máquina do tempo para quem acompanha a carreira dos Telectu desde há 22 anos: neles identificamos paisagens de "Belzebu", "Off Off", "Performance", "Halley", entre vários outros» (Rui Branco, JN).



videoRefs.,Y.,B.M.,M.P.